20 de jan de 2008

Eu Sou a Lenda (I am Legend, 2007)

Diferente do que aparenta, "Eu sou a lenda" não é um filme ruím, é um épico bem dirigido e com a atuação de Will Smith, que já não nos surpreende. Não chega a ser o filme do ano, mas vale o ingresso. Há tempos Will Smith vem mostrando seu talento no cinema. A prova disso está em “A Procura da Felicidade” e o mais atual que chega as telonas brasileiras “Eu Sou a Lenda”.

Na trama Robert Neville é um cientista brilhante, mas nem mesmo ele pôde conter o terrível vírus que foi impossível de ser detido, incurável e criado pelo homem. De alguma forma imune, Neville é agora o último ser humano que sobrevive na cidade de Nova York, e talvez no mundo. Mas ele não está sozinho. Vítimas mutantes da praga, os Infectados vivem nas sombras observando cada passo de Neville, esperando que cometa um erro fatal. Talvez a melhor, e única, esperança da humanidade, Neville é motivado somente por uma missão: achar um meio de reverter os efeitos do vírus usando seu próprio sangue imune. Mas ele sabe que está em desvantagem... e rapidamente ficando sem tempo.

Eu Sou a Lenda é baseado num conto de terror escrito por Richard Matheson. Inclusive já ouve versões anteriores desse filme: “Os mortos que matam” de 1964 e “A última esperança sobre a terra” de 1971. Nunca assisti as versões antigas, não posso dizer que “Eu sou a lenda” de 2007 é o melhor. Will Smith foi a escolha perfeita para o papel de Robert Neville, vele lembrar que ele teve contato com pessoas que passaram por situações de solidão, como prisioneiros de guerra, etc. Adoro o trabalho de Will Smith, ele é um excelente ator para filmes de ação. Não só de ação, pois ele mostra que é um bom ator dramático, comediante...

Francis Lawrence repete o seu ótimo trabalho que fez em “Constantine". Da para notar certas semelhança estética entre os dois filmes, como por exemplo: a aparência das pessoas infectadas pela praga se parecem muito com os demônios do inferno de Constantine. Mas o que mais se aproxima é a direção de arte. No elenco também está presente a brasileira Alice Braga, que fez a Angélica de “Cidade de Deus”. Ela mostra um talento promissor e competente, tem grande chance de continuar no mercado norte-americano. Não há muito o que falar dos efeitos especiais, quase não estão presentes, mesmo assim o filme não agrada por esse aspecto e sim pela boa direção e atuação. Por esses motivos o filme vale o valor do ingresso

CONCLUSÃO: 3 estrelas

5 comentários:

  1. obrigado pelos coments ! sua critica ficou boa cara ! sobre o filmes antigos, só assisti o de 1971 the omega man ou a ultima esperança da terra, apesas dos infectados serem escrotos ( malquiados só com pó branco, aculos escuros, e capas de monges ) o filme é bom, mas acho o de 2007 melhor !
    obs : os infectados são todos digitais...

    by dom sherma costa !

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  2. Cara, belo texto, achei um filme bem legal, nada espetacular, mas pro tanto de lixo que sai hoje em dai ele se destaca! boa critica!
    ah, seu texto tem um pequeno erro nessa parte:
    "Ela se montra uma boa atriz" acredito que quis dizer "mostra" não?

    parabéns!

    Pobre Otário

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  3. Caro Felipe,
    Pesso desculpa pelo erro, puxarei a orelha do Rafael.

    O erro será corrigido!!!

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  4. Cara, ainda não vi o filme, mas pelo trailer me pareceu um cópia descarada de The Stand, do Stephem King, que foi adaptado para TV em 1994, num série de 4 filmes.

    Fico com o pé atrás de ver...

    ___________________________________
    TemPraQuemQuer <<< Entra!

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  5. Assisti ao filme, e achei muito bom mesmo.
    Realmente parceiro! Vale o valor do ingresso!

    Abraço a todos!

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